Noites da Queima
Domingo, dia 4 de Maio
Plaggio
Os Plaggio surgiram nos finais de 2005 com vontade de criar um rock alternativo sedento nas novas tendências de modulação no universo rock e electrónica, vingando-se numa lírica intensa, por vezes intimista. Cada músico se distingue dos outros por entre variadas influências. Contam já com algumas participações em Festivais e alguns concertos.
Os Plaggio venceram o IV Concurso de Garagem da e têm o privilégio de ver o seu nome no cartaz da Queima das Fitas. São eles que vão abrir o Palco principal da Queima das Fitas do Porto 2008.
Blasted Mechanism
São uma banda portuguesa de rock alternativo e definem o seu projecto como “música do mundo tocada por seres de outro mundo”. Os seis artistas juntaram-se em 1996 e depressa ficaram conhecidos, principalmente por se disfarçarem de extraterrestres nos seus espectáculos.
O seu estilo electrónico e a proximidade à cultura oriental, foram factores que garantiram aos Blasted Mechanism um público fiel. Em 2003 a MTV criou uma categoria específica para bandas portuguesas e os Blasted Mechanism foram um dos artistas nomeados. Em 2006 saíram vencedores da Gala dos Globos de Ouro da SIC como melhor banda portuguesa. Mesmo podendo não ser a melhor banda ou a que tem mais fãs são, sem dúvida, a mais original do país, sendo que cada espectáculo é uma novidade. “Avatara” foi o terceiro álbum editado pelos Blasted Mechanism, celebrando uma década de existência do grupo. Lançaram a 19 de Março do passado ano o seu quarto álbum de originais intitulado “Sound in Light/Light in Sound”.
Ao longo destes anos tiveram a oportunidade de tocar com artista como Gentleman, Patrice, Rage Against The Machine, Moby, Marylin Manson, the Prodigy, entre outros...
A palavra de ordem deste trabalho é união, qualidade que o grupo faz questão de manter e demonstrar.
Discoteca [00h01]
Nuno Beleza
Funk You2
Delicious
Cine-Jazz [00h01]
DJ Sleepz & Sparkz
Domingo, dia 4 de Maio
Jorge Palma & Os Demitidos
Jorge Palma é, hoje em dia, um dos nomes de referência da música popular portuguesa, fruto de uma extensa carreira, feita de vários sucessos e de inúmeros concertos.
Em 1975 foi editado, Com Uma Viagem na Palma da Mão, o primeiro álbum de originais de Jorge Palma. Em 1967, Jorge Palma fez parte dos Black Boys e em 1969, do grupo Sindikato banda com a qual chegou a actuar na primeira edição do Festival de Vilar de Mouros. Em 1975, Jorge Palma participou pela primeira vez no Festival da Canção, com Viagem (Mulher).
“O Lado Errado da Noite” foi um dos discos mais aclamados de Jorge Palma e a sua digressão levou Jorge Palma à sua primeira grande apresentação ao vivo em Lisboa. O regresso aos discos fez-se com Jorge Palma, em 2001, um “ao vivo”, No Tempo dos Assassinos (2002) e Norte, em 2004.
“Voo Nocturno”, o novo álbum de originais de Jorge Palma, atingiu o galardão de dupla platina. É a primeira vez que o artista vê um disco seu atingir tal marca. O single “Encosta-te a mim” é um dos temas mais tocados nas rádios nos últimos meses. É, sem dúvida, um dos melhores cantores/compositores actuais, um criador com sonhos feitos canções, que consegue cativar diferentes públicos, incluindo um público mais jovem.
David Fonseca
David Fonseca é um dos mais carismáticos e bem sucedidos artistas portugueses até aos dias de hoje. Fundou a sua primeira banda em meados dos anos noventa e foi com ela que apresentou as suas canções e voz a um público mais vasto. O grupo acabaria por impor-se como um dos maiores fenómenos nos anos recentes da música portuguesa, com o seu álbum de estreia “Silence Becomes It” a atingir as 240.000 cópias vendidas.
Em 2003, David Fonseca lança o seu primeiro disco a solo, “Sing Me Something New”, onde explora novas facetas de compositor e intérprete. Toca praticamente todos os instrumentos do disco, que estreia simultaneamente em mais de 150 rádios por todo o país. “Someone That Cannot Love” atinge o #1 do Airplay Nacional e “The 80’s” é escolhido como tema de campanha da Vodafone, catapultando uma digressão de grande sucesso por todo o país. O álbum atinge o #2 da tabela de vendas e atinge o galardão de disco de ouro.
Em 2004 participa no projecto Humanos, dando voz a temas inéditos de António Variações ao lado de Manuela Azevedo e Camané.
Em 2005 chega a vez do seu segundo álbum a solo, “Our Hearts Will Beat As One”. O primeiro single do álbum, “Who Are U?”, é o tema descrito por David Fonseca como “aquele que sempre quis escrever” e atinge o #3 na tabela de airplay nacional.
O novo álbum de David Fonseca, ”Dreams in Colour” foi lançado em Outubro de 2007 e saltou directamente para o número 1 da tabela, sendo disco de ouro pouco depois do seu lançamento, confirmando-o como um dos artistas portugueses com mais sucesso de sempre.
Discoteca [22h00]
Demo & MC Dino
Miguel Barros
Cine-Jazz [00h01]
DJ Gonçalo Diniz
Segunda, dia 5 de Maio
Sam The Kid
Sam the Kid, nome artístico de Samuel Martins Torres Santiago Mira, (Marvila, Lisboa, 17 de Julho de 1979) é um músico português.
Se 2001 se revelou um ano decisivo para o crescimento do hip hop nacional, Sam the Kid foi um dos principais responsáveis pela proeza, a par de nomes como Mind da Gap, Bullet, Chullage, Micro e Valete, entre outros.
O primeiro álbum, Entre(tanto) estava disponível desde 1999, mas só em 2001, e em grande parte devido ao disco instrumental Beats Vol 1: Amor, o nome Sam the Kid começou a marcar pontos fora de casa, que é como quem diz, no circuito de fiéis seguidores do universo hip hop.
Quando viu chegar a oportunidade de gravar o álbum de estreia, já Sam the Kid tinha em carteira uma série de gravações, feitas em casa, em formato cassete, mini-disc, CD, e até com recurso à câmara de vídeo. Foi depois de ter ouvido 93 Til Infinity (1993) dos Souls of Mischief, que Sam começou a desenhar o seu futuro na música a lápis mais carregado. A rádio foi o primeiro veículo encontrado pelo músico para a divulgação do trabalho que já tinha em avanço, sobretudo através do programa “Repto”.
Anos mais tarde, em 2001, depois de várias provas de talento dadas e de dois discos editados, Entre(tanto) e Sobre(tudo), a então recém-criada Loop: Recordings, de Rui Miguel Abreu, propunha um contrato discográfico a Sam the Kid. A primeira aposta no artista foi Beats Vol 1: Amor.
O novo álbum, Pratica(mente), com edição pela EDEL, teve o seu lançamento em Dezembro de 2006, e foi considerado unanimamente pela crítica e pelos seus pares como o melhor desse ano.
Gentleman
Gentleman é o nome artístico de Tilmann Otto, um músico de reggae de origem alemã. Reside em Colónia, mas certas vezes diz que a Jamaica é a sua segunda casa. Este filho de um pastor luterano é pai de duas filhas.
Visita regularmente a Jamaica desde os 16 anos de idade. O mito conta que, ao ouvir os discos de reggae do seu irmão mais velho, decidiu que queria conhecer a Jamaica o mais cedo possível, tornando-se esta a sua segunda casa, onde hoje é visto como um importante artista reggae, o que vê como especial honra, visto ser europeu.
A sua carreira começou com a colaboração da banda Freundeskreis com a qual produziu a música “Tabula Rasa”. Depois de começar a sua carreira como deejay, o seu estilo de música orientou-se no sentido das formas clássicas do género reggae, tal como Bob Marley. A maioria das suas músicas são cantadas em inglês, embora também empregue o Patois (creoulo Jamaicano).
Algumas das suas músicas, tais como “Send A Prayer”, deixam bem clara a sua devoção a Deus, embora não confesse nenhuma religião.
O seu álbum ”Confidence” subiu ao número 1 das tabelas Germânicas em 2004. O seu mais recente trabalho de originais, “Another Intensity” foi um dos maiores Êxitos do verão passado.
O primeiro avanço deste novo álbum foi “Different Places”, um hino à multiculturalidade. O álbum conta ainda com as participações especiais de Diana King, Sizzla e Jack Radics.
Certamente um concerto a não perder...
Discoteca [22h00]
André Alves
King Bizz
Cine-Jazz [00h01]
Easy Living
Terça, dia 5 de Maio
Agrupamento Musical Diapasão
O Agrupamento Musical Diapasão formou-se no ano de 1980. É constituído por 6 elementos, designadamente: António Marante, voz e guitarras, Manuel Bessa, baixo eléctrico, Francisco Marques, guitarras e coros, António Filipe, teclados e coros, Armando Mendes, bateria, e Jorge Marante, percussões e coros.
Com mais de 20 discos gravados, tendo obtido diversas distinções entre elas: 1 disco de platina, 1 de ouro e vários de prata. Podemos destacar entre outros exitos da banda o tema “A BELA PORTUGUESA”.
É uma banda que se destina sobretudo à animação de festas populares e outros eventos similares, tendo participado em diversas “Queima das Fitas”, designadamente em Faro, Coimbra, Viseu, Braga e agora pela primeira vez na do Porto, cidade natal da banda.
Quim Barreiros
Quim Barreiros é um dos cantores da música popular que mais sucesso tem feito quer em Portugal quer no estrangeiro.
A carreira deste cantor começou há mais de trinta anos. Começou por tocar apenas gaita, no entanto apercebeu-se que só assim não conseguiria sobreviver, optando pelo acordeão.
Juntando os sons de um instrumento bem português a letras picantes, atingiu um sucesso tal, que ainda hoje se reflecte nos diversos sítios por onde passa, motivando as pessoas que o ouvem a dar um pé de dança com a malícia e a irreverência das músicas que o caracterizam.
Este ano, Quim Barreiros vai fechar a noite de terça-feira e promete muita diversão pela noite dentro.
Discoteca [22h00]
Pette
United Soul Brothers
Nelly Deep (Pacha Ofir)
Freshkitos
Cine-Jazz [00h01]
Small Trio
Quarta, dia 7 de Maio
Irmãos Verdades
Irmão Verdades é uma banda Angolana de grande sucesso em Portugal.
A banda, formou-se na década de 90 e as suas influências musicais vão desde os ritmos das Antilhas e de Cabo Verde, como o Zouk e o Zouk Love, ao Pop português.
Em 1993 é publicado o seu primeiro trabalho discográfico, “Saudade de África”, no qual se destaca o tema “Saudade de Luanda”, uma música que fez bastante sucesso em Angola, Moçambique, Cabo Verde e Portugal.
O conjunto grava o seu segundo CD, “Fusão”, em 1997, já com a integração da voz feminina de Alcina Ramos. Neste álbum destaca-se a canção “Yolanda”, considerada a música do ano, em Angola. O terceiro disco, “Apaixonados”, é de cariz romântico e segue a mesma linha rítmica dos anteriores. Este foi o álbum de consagração dos Irmãos Verdades, atingindo disco de Ouro em Portugal e de Platina em Moçambique.
O quarto trabalho, “Só Mais Um Beijo”, é disco de Prata em Portugal.
Clã
Os Clã surgiram em 1992, sob o impulso de Hélder Gonçalves, que recrutou para o projecto os músicos Miguel Ferreira (voz e teclados), Pedro Biscaia (teclados) e Pedro Rito (baixo eléctrico). Mais tarde, juntou-se ao grupo o irmão de Hélder, Fernando Gonçalves (bateria) e, por último, Manuela Azevedo (voz).
O trabalho dos Clã começou a ganhar forma em 1993, assim que o grupo se propôs a desenvolver o trabalho anteriormente realizado por Hélder Gonçalves. O ano seguinte foi dedicado a concertos, tendo a estreia ao vivo do grupo acontecido no bar “Meia Cave”, da Ribeira do Porto.
Foi a partir deste momento que o grupo começou a trabalhar nas suas actuações em palco, que são hoje uma mais-valia na carreira dos Clã, pela força e intensidade que tanto a vocalista Manuela Azevedo como os restantes músicos conferem à sua música ao vivo. Com grandes influências da música negra, a música dos Clã aposta na fusão do acústico com o recurso às novas tecnologias, bem como de variadíssimos estilos musicais, realizando incursões aos universos da soul, rock, reggae, funk, rap, hip hop e acid jazz.
O segundo registo de originais da banda surgiu em 1997 e teve mais uma vez a colaboração de Carlos Tê e Mário Barreiros. “Kazoo”, que marcava a viragem para a som mais rock.
Após um intervalo de três anos, os Clã regressaram às edições discográficas com o muito aguardado sucessor de “Kazoo”, intitulado “Lustro”, que contou ainda com participações especiais de Manuel Cruz, dos Ornatos Violeta, Sérgio Godinho e do brasileiro Arnaldo Antunes (ex-Titãs).
Discoteca [22h00]
Nubai Sound System
Overule & Demo
Cine-Jazz [00h01]
Cumbamcheros Quartet
Quinta, dia 8 de Maio
Trabalhadores do Comércio
Em 1979, Sérgio Castro e Álvaro Azevedo (membros dos Arte & Ofício) dão corpo a um projecto paralelo a que chamam Trabalhadores do Comércio.
A característica principal do grupo era o facto de cantar em português, com sotaque à moda do Porto, enquanto os Arte & Ofício construíram toda a sua carreira cantando em inglês. Também havia a questão das letras das músicas, que tinham um certo humor.
O primeiro álbum “Tripas à Moda Do Porto” foi gravado em Londres e contém o tema mais conhecido da banda: “Chamem A Pulíssia”. Outros temas, onde o humor tem lugar marcado são “Atom Messiu, Comantalê Bu” ou “Paunka Roque”, para além de “Birinha”, “Sim, Soue Um Gaijo do Pôrto” e “Quem Dera”.
Em 1986, os Trabalhadores concorrem ao Festival RTP da Canção com o tema “Os Tigres De Bengala”, que se classificaria em segundo lugar. Esta classificação faz reacender a vontade de voltar a gravar um novo disco.
Lançam em 1996 um CD-Duplo intitulado “O Milhor Dos Trabalhadores Do Comércio”, que inclui um “Bónus Traque” de uma gravação renovada de “Chamem A Pulíssia”.
Recentemnete deram voz a um conhecido anúncio que ressuscitou o tema “Chamem A Pulíssia”.
Sean Kingston
Kisean Anderson (3 de Fevereiro de 1990 em Miami, Flórida) mais conhecido como Sean Kingston, é um cantor e rapper jamaico-americano de reggae, rap e pop.
Autoproclamando-se um produto do seu passado, a história do rapper Sean Kingston ajuda a descrever o seu som. Nascido em Miami, na Florida passou a sua infância em Kingston, na Jamaica, desde os seus 6 anos e mistura muito mais que a música de dança e reggae no seu hip-hop. As letras mais “duras” provém de um passado não muito fácil que incluiu prisão, viver na rua e crescer muito mais rápido do que o esperado. Nas letras das suas músicas são visíveis influências de Buju Banton, Ice Cube e Rakim.
Depois de uma fase mais atribulada em que incluiu 21 dias na prisão, viver num carro e ver a sua mão ser presa, Sean Kingston decidiu então tirar partido da sua habilidade musical. Entrou para o circuito de caça de talentos de Miami onde partilhou palco com nomes como Pitbull, Ludacris e Trick Daddy. Começou aqui o seu caminho para a fama...
Kingston, através de uma aventura única entre a Epic Records e a Koch Records, lançou seu primeiro hit, “Beautiful Girls”, no verão de 2007 (EUA). Um single baseado exactamente e com alguma “associação” de letra com o hit de 1967 “Stand By Me” por Ben E. King, e que obteve excelentes vendas e airplay. O último single de Kingston, “Me Love” segue a mesma via de “associação”, e o seu refrão possui ligações à canção de Led Zeppelin, “D’yer Maker.”
Discoteca [22h00]
Funk You2
Miguel Rendeiro
Cine-Jazz [00h01]
Os Azeitonas
Sexta, dia 9 de Maio
WrayGunn
WrayGunn é uma Banda portuguesa originária de Coimbra.
A designação escolhida surgiu da combinação entre o nome do músico Link Wray e o nome do personagem Peter Gunn, imortalizado na composição de Henry Mancini.
Em 1999, WrayGunn fez o seu primeiro registo “Amateur”, um EP que, trouxe à luz do dia as criações arrojadas dos Gunn. Mais tarde, aparece no mercado a primeira longa duração. Em 2001, foi editado o “Soul Jam” que lançou os WrayGunn para o panorama rock nacional e mais tarde regressaram com “Eclesiastes 1:11”.
A fusão de estilos, com especial destaque para inspirações vindas do blues e de sons de rock puramente americanos, ao mesmo tempo complementados por influências de estilos tão diversos como o hip-hop ou o funk, esta poderá ser uma das definições possíveis para o som criado pelos portugueses WrayGunn.
O mais recente disco dos Wraygunn, “Shangri-la”, foi um dos melhores de 2007. O seu estilo Rock´n´Roll Gospel, magnificamente apoiado nas vozes de Raquel Ralha e Selma Uamusse tornou-se um sucesso.
Actualmente, os Wraygunn são, de longe, a melhor banda nacional ao vivo. E se não acreditam venham ver…
Xutos & Pontapés
Com 29 anos de carreira, os Xutos e Pontapés apresentam-se, na cena musical portuguesa, como um verdadeiro fenómeno de resistência. Num meio onde o sucesso, muitas vezes, é fugaz, os Xutos souberam renovar-se ao longo dos anos, mantendo, no entanto, a mesma atitude combativa e entusiasta do primeiro dia. Cruzaram gerações, conquistando, com a sua música, pais e filhos.
É considerada uma das melhores Bandas nacionais. Os Xutos e Pontapés, apresentaram-se pela primeira vez ao público na sala dos Alunos de Apolo, em 1979.
Em 1982, lançam o primeiro álbum intitulado “78-82” e desde aí foram já muitos os álbuns editados. Em 1999, comemoram os 20 anos de carreira com um dos melhores concertos que um grupo português já deu, quer em termos musicais, quer em termos de produção, no Pavilhão Multiusos de Lisboa.
Músicas como “Homem do Leme”, “ A minha casinha”, “Circo de Feras” ou “Esquadrão da Morte” são músicas que atravessam gerações, tornando-se já imortais.
Depois de em 2004 terem passado pelas noites da Queima das Fitas do Porto, na celebração dos seus 25 anos de carreira, estão novamente de regresso à maior queima do País…
Discoteca [22h00]
Tiago Logo
Henri Josh
Cine-Jazz [00h01]
Trio Daniela Maia
Sábado, dia 10 de Maio
Expensive Soul
Os Expensive Soul são uma banda portuguesa, natural de Leça da Palmeira.
O projecto nasceu no final da década de 90, tendo a formação nuclear do projecto sido o resultado da união de Demo (mc) e New Max (mc/produtor).
Em 2000, depois de ganharem um concurso radiofónico, os Expensive Soul são convidados para assegurarem a primeira parte dos concertos de Kika Santos (Blackout). Segue-se o single “Quando Dizes Ho” e o álbum “B.I.”, gravado no estúdio caseiro de New Max e lançado pela editora independente New Max Records.
Desde 2003 que os Expensive Soul se fazem acompanhar da Jaguar Band (bateria, baixo, guitarra, teclados e coros), o que faz do projecto de Leça da Palmeira «o primeiro grupo em Portugal de matriz hip-hop com banda ao vivo».
Definindo a sua sonoridade como inspirada pelo r’n’b, soul, funk, 2-step e reggae, os Expensive Soul conquistaram muitos fãs com as suas prestações ao vivo e letras em Português.
A banda teve o seu primeiro grande momento de projecção nacional, em 2005, devido ao single ”Eu não sei”.
Em 2006, os autores de “O Tempo Passa” aceitaram um convite para actuarem no Hot Stage do Rock In Rio e participaram em “Revistados 25 - 06”, um disco de tributo aos GNR, com uma versão para o clássico “Efectivamente”. No mesmo ano, os Expensive Soul anunciaram o lançamento do segundo álbum de originais, “Alma Cara”. “Brilho” foi o primeiro single. Nesse mesmo ano, os Expensive Soul foram os vencedores da noite na Gala Os Melhores do Ano 2006.
No último ano Os Expensive Soul foram convidados a participar na banda sonora do filme “High School Musical 2” (HSM2) do canal Disney Channel, sendo seu o principal êxito, “Eu não danço”, neste que já é disco de platina.
Da Weasel
Nascem em meados de 1993, como um projecto 100% em inglês. Na altura, os Da Weasel eram Pac, Armando, Jay Jay Neige e Yen Sung. Um ano depois, dá-se a primeira aventura discográfica do grupo com o EP “More Than 30 Motherf***s”. Desde logo, surge o primeiro hino do grupo, que, ainda hoje, é um dos temas de maior sucesso em concerto: “God Bless Johnny”.
Não demoraria mais de um ano, para que editassem o primeiro álbum – “Dou-lhe com a Alma” – que é, simultaneamente, a primeira gravação de hip-hop de uma banda portuguesa. Nessa altura, à formação inicial juntam-se Pedro Quaresma (guitarra) e Guilherme Silva (bateria).
1997 traz o “3.ª Capítulo”, um disco duro, de discurso duro e onde Pac se afirma como um dos maiores e mais engenhosos letristas do panorama musical português. Ainda antes da gravação deste álbum, volta a haver mexidas na formação: sai Yen Sung e entra Virgul. Em 1998, é feita uma reedição deste álbum.
O regresso aos álbuns dá-se em Setembro de 1999 com “Iniciação a uma vida banal – o Manual”. Um disco genial, que recebeu a aclamação da crítica. Este álbum leva os Da Weasel para a estrada.
Em Agosto de 2000, os Da Weasel atingem os dois primeiros galardões de prata (hoje Dupla Platina) da sua carreira, atribuídos aos dois últimos álbuns editados.
No início de 2001, os Da Weasel entram em trabalho de composição para o novo álbum de originais, já sem a presença de Armando Teixeira, que, entretanto, sai da banda.
“Podes fugir mas não te podes esconder” é o título daquele que é, provavelmente, um dos melhores discos do grupo. Sendo este também o primeiro disco de Ouro (hoje Dupla Platina) da Banda.
Definições, o seu último álbum, é sinónimo de quádrupla platina e de vários prémios. Não é o final de mais uma etapa, mas sim, o princípio de mais um capítulo de um livro onde ainda irá correr muita tinta…






