Quarta, Dia 7 de Maio
Meia de Queima: 7 de Maio |
A Noite de 7 de Maio |
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| Ultrapassada a primeira metade da Queima das Fitas do Porto, Roberto Pinto, vice-presidente da FAP, faz o balanço da festa que já lá vai e perspectiva, junto da JPR, as próximas noites no Queimódromo. | |
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Clã |
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| Pela segunda vez, a Queima das Fitas do Porto recebeu os Clã. Na noite de quarta-feira, o cansaço e a chuva não foram suficientes para afastar os estudantes do Queimodromo. A um ritmo imparável, a banda de Manuela Azevedo deu música e encantou um "público exigente" como destacaram aos jornalistas, no final do concerto. | |
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Irmãos Verdades |
Galeria |
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| Os ritmos africanos fizeram-se ouvir na abertura do quinto dia da Queima das Fitas do Porto 2008. Ao longo de cerca de uma hora, os Irmãos Verdades aqueceram o Queimodrómo com amor "versão kizomba" e, no final, fizeram o balanço do concerto aos jornalistas. | |
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Irmãos Verdades
Irmão Verdades é uma banda Angolana de grande sucesso em Portugal.
A banda, formou-se na década de 90 e as suas influências musicais vão desde os ritmos das Antilhas e de Cabo Verde, como o Zouk e o Zouk Love, ao Pop português.
Em 1993 é publicado o seu primeiro trabalho discográfico, “Saudade de África”, no qual se destaca o tema “Saudade de Luanda”, uma música que fez bastante sucesso em Angola, Moçambique, Cabo Verde e Portugal.
O conjunto grava o seu segundo CD, “Fusão”, em 1997, já com a integração da voz feminina de Alcina Ramos. Neste álbum destaca-se a canção “Yolanda”, considerada a música do ano, em Angola. O terceiro disco, “Apaixonados”, é de cariz romântico e segue a mesma linha rítmica dos anteriores. Este foi o álbum de consagração dos Irmãos Verdades, atingindo disco de Ouro em Portugal e de Platina em Moçambique.
O quarto trabalho, “Só Mais Um Beijo”, é disco de Prata em Portugal.
Clã
Os Clã surgiram em 1992, sob o impulso de Hélder Gonçalves, que recrutou para o projecto os músicos Miguel Ferreira (voz e teclados), Pedro Biscaia (teclados) e Pedro Rito (baixo eléctrico). Mais tarde, juntou-se ao grupo o irmão de Hélder, Fernando Gonçalves (bateria) e, por último, Manuela Azevedo (voz).
O trabalho dos Clã começou a ganhar forma em 1993, assim que o grupo se propôs a desenvolver o trabalho anteriormente realizado por Hélder Gonçalves. O ano seguinte foi dedicado a concertos, tendo a estreia ao vivo do grupo acontecido no bar “Meia Cave”, da Ribeira do Porto.
Foi a partir deste momento que o grupo começou a trabalhar nas suas actuações em palco, que são hoje uma mais-valia na carreira dos Clã, pela força e intensidade que tanto a vocalista Manuela Azevedo como os restantes músicos conferem à sua música ao vivo. Com grandes influências da música negra, a música dos Clã aposta na fusão do acústico com o recurso às novas tecnologias, bem como de variadíssimos estilos musicais, realizando incursões aos universos da soul, rock, reggae, funk, rap, hip hop e acid jazz.
O segundo registo de originais da banda surgiu em 1997 e teve mais uma vez a colaboração de Carlos Tê e Mário Barreiros. “Kazoo”, que marcava a viragem para a som mais rock.
Após um intervalo de três anos, os Clã regressaram às edições discográficas com o muito aguardado sucessor de “Kazoo”, intitulado “Lustro”, que contou ainda com participações especiais de Manuel Cruz, dos Ornatos Violeta, Sérgio Godinho e do brasileiro Arnaldo Antunes (ex-Titãs).
Actividades Académicas
XXI FITA - Festival Ibérico de Tunas Académicas [20h30]
Coliseu do Porto
Festival Ibérico de tunas Académicas - é um dos eventos mais conceituados da Queima das Fitas do Porto, e um dos melhores festivais de Tunas do País.
Consiste no Festival dos melhores Tunos do Porto para os nossos insignes Finalistas, imbuído de toda a festa e saudade que tal implica.






